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Museu de Filatelia de Portugal

📌 “Este blog integra o ecossistema: Museu de Filatelia Sérgio Pedro: Estudos, peças raras, maximafilia, marcofilia e história postal.
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domingo, 25 de outubro de 2026

Da Barca ao Galeão: Uma Viagem pela História Naval Portuguesa em Postais Máximos (Coleção de Sérgio Pedro)

 


No Museu de Filatelia Sérgio Pedro, acreditamos que cada selo, postal e carimbo constitui uma pequena janela para a História. Através destes testemunhos materiais é possível redescobrir pessoas, acontecimentos e patrimónios que marcaram a identidade portuguesa.

É neste espírito que apresentamos a coleção de maximafilia «Da Barca ao Galeão: Embarcações da Expansão Marítima Portuguesa em Postais Máximos», um percurso cronológico e iconográfico dedicado à evolução da construção naval portuguesa durante os séculos XV e XVI.

A coleção procura ilustrar, através da tripla concordância filatélica, o desenvolvimento das embarcações que tornaram possível a Expansão Marítima Portuguesa. Ao longo das suas folhas, o visitante acompanha a transformação de modestos navios costeiros em complexas embarcações oceânicas, capazes de ligar continentes e de abrir novas rotas marítimas.

O fio condutor da evolução naval portuguesa

A narrativa inicia-se com algumas das embarcações associadas aos primórdios da expansão ultramarina. Entre elas destaca-se a Barca, tradicionalmente associada à viagem de Gil Eanes que permitiu ultrapassar o Cabo Bojador em 1434, marco fundamental na história dos descobrimentos portugueses.

Segue-se a Caravela Pescareza, herdeira das tradições marítimas atlânticas, cuja vela latina triangular lhe conferia notável capacidade de manobra e aptidão para navegar contra ventos adversos. A partir desta matriz evolutiva, a coleção apresenta igualmente o Barinel, as Caravelas de Vela Latina e as Caravelas Redondas, evidenciando a crescente adaptação das embarcações às exigências da exploração oceânica.

O percurso culmina com as Naus da Carreira da Índia e os Galeões Portugueses do século XVI, navios de maior porte que sustentaram as ligações comerciais, militares e culturais estabelecidas entre a Europa, África, América e Ásia.

A maximafilia como instrumento de interpretação histórica

A coleção valoriza os princípios de concordância estabelecidos pela Federação Internacional de Filatelia, procurando reunir harmoniosamente os três elementos fundamentais do postal máximo:

O Postal Ilustrado

Recorre a gravuras históricas, reproduções artísticas, fotografias de modelos navais preservados no Museu de Marinha e representações cerâmicas de temática marítima, incluindo obras inspiradas nos painéis de João Vaz do Palace Hotel do Buçaco.

O Selo Postal

Integra emissões representativas da filatelia portuguesa dedicadas à história marítima nacional, nomeadamente a série Navios dos Descobrimentos (1990), as emissões comemorativas da Rota da Índia e outras representações postais de temática naval.

A Obliteração

Completa a concordância temática através de carimbos de Primeiro Dia de Circulação e de marcas comemorativas relacionadas com a memória marítima portuguesa, reforçando a ligação entre o documento postal e o contexto histórico representado.

Um convite à descoberta

Mais do que uma sequência de peças filatélicas, «Da Barca ao Galeão» constitui uma narrativa visual dedicada à evolução da arquitetura naval portuguesa e ao papel que estas embarcações desempenharam na construção da presença portuguesa no mundo.

Convidamos colecionadores, investigadores, estudantes e todos os interessados na história marítima a explorar esta coleção na galeria digital do Museu de Filatelia Sérgio Pedro, descobrindo como a maximafilia pode contribuir para preservar, interpretar e divulgar o património histórico português.

 

sábado, 24 de outubro de 2026

Stanley Gibbons, Great Britain Specialised Stamp Catalogue. Volume 1: Queen Victoria (5.ª edição, 1977) - Acervo Sérgio Pedro

 

Capa vermelha do catálogo de selos "Great Britain Queen Victoria", 5.ª Edição, Volume 1, publicado pela Stanley Gibbons (Specialised Stamp Catalogue). Destaca-se a ilustração de um selo verde de um xelim ("One Shilling") no canto inferior esquerdo e uma marca de água de pertença ao colecionador Sérgio Pedro

O Museu de Filatelia Sérgio Pedro incorporou recentemente na sua biblioteca especializada um exemplar da 5.ª edição do Great Britain Specialised Stamp Catalogue. Volume 1: Queen Victoria, publicado pela Stanley Gibbons em 1977.

Esta obra ocupa um lugar de destaque na literatura filatélica internacional. Produzido pela mais antiga e prestigiada casa filatélica britânica, o catálogo constitui uma referência fundamental para o estudo dos selos emitidos durante o reinado da Rainha Vitória, período que marcou o nascimento e a consolidação do sistema postal moderno.

Ao contrário dos catálogos gerais, esta publicação apresenta um elevado nível de especialização, reunindo informação detalhada sobre os selos postais, fiscais postais e telegráficos da era vitoriana, bem como sobre os célebres envelopes e folhas Mulready, emitidos em simultâneo com a reforma postal de 1840. O catálogo inclui ainda ensaios, provas, variedades, reimpressões, estudos de chapas, marcas de impressão e outros elementos indispensáveis à investigação dos clássicos britânicos.

Particular relevância assume o estudo das emissões gravadas que incluem o lendário Penny Black, primeiro selo postal adesivo colocado em circulação para uso público em 1840. A edição agora incorporada na biblioteca do Museu reflete décadas de investigação especializada, integrando novas descobertas sobre chapas de impressão, variedades, reparações de matrizes e características técnicas entretanto identificadas por investigadores e sociedades filatélicas britânicas.

A obra distingue-se também pelo seu enquadramento histórico. Para além da catalogação das emissões, apresenta uma introdução dedicada à evolução dos serviços postais britânicos antes de 1840 e às reformas promovidas por Rowland Hill, cuja visão revolucionou o transporte da correspondência através da introdução da franquia pré-paga e do selo postal adesivo. Estas reformas serviriam de modelo à organização postal moderna em todo o mundo e influenciariam profundamente os sistemas postais europeus, incluindo o português.

Do ponto de vista museológico, este catálogo assume um valor que ultrapassa a mera função comercial ou classificativa. Representa um testemunho da investigação filatélica especializada desenvolvida ao longo do século XX e constitui uma ferramenta essencial para a autenticação, identificação e interpretação de peças clássicas. A sua consulta continua hoje a ser indispensável para colecionadores avançados, expositores competitivos, investigadores e instituições patrimoniais.

A incorporação desta obra reforça o compromisso do Museu de Filatelia Sérgio Pedro com a preservação da literatura filatélica de referência, reconhecendo que o estudo dos selos exige igualmente a preservação das publicações que permitem compreender a sua origem, produção, circulação e significado histórico.

Ao conservar catálogos especializados como este, o Museu não preserva apenas livros: preserva instrumentos de conhecimento fundamentais para a investigação da história postal e da filatelia mundial.

sábado, 17 de outubro de 2026

António Henrique R. de Oliveira Marques, História do Selo Postal Português (1954) - Acervo Sérgio G. Pedro

 

Capa do livro "História do Selo Postal Português", de António Henrique R. de Oliveira Marques, publicado em 1954 pela editora Mercado Filatélico. A página branca em papel envelhecido detalha que se trata do "Volume I - Continente (1853-1910)" da "1.ª Parte - Continente e Ilhas Adjacentes". Ao centro, vê-se a ilustração de um selo postal antigo em tons escuros e, no rodapé, os contactos da editora no Porto e em Lisboa.

A biblioteca do Museu de Filatelia Sérgio Pedro foi recentemente enriquecida com um exemplar da obra História do Selo Postal Português. 1.ª Parte. Continente e Ilhas Adjacentes. Volume I - Continente (1853-1910), da autoria de António Henrique Rodrigues de Oliveira Marques, publicada em 1954.

Considerada uma das obras de referência da literatura filatélica portuguesa do século XX, esta publicação representa um importante esforço de sistematização e estudo da filatelia nacional numa época em que a investigação especializada sobre os selos portugueses ainda se encontrava em fase de consolidação.

O autor inicia o estudo com um enquadramento histórico da criação do selo postal adesivo, das convenções postais internacionais e da fundação da União Postal Universal, contextualizando o desenvolvimento dos serviços postais modernos. A partir daí, analisa detalhadamente as diversas emissões portuguesas produzidas entre 1853 e 1910, acompanhando a evolução do selo postal desde a emissão de D. Maria II até aos últimos selos da Monarquia Constitucional.

Particularmente relevante é a atenção dada às características técnicas das emissões, às reimpressões, aos selos de porteado, aos porte-francos e aos diferentes projetos filatélicos que marcaram a história postal portuguesa na segunda metade do século XIX e nos primeiros anos do século XX. A obra constitui, por isso, um instrumento de consulta indispensável para colecionadores, investigadores e estudiosos da filatelia clássica portuguesa.

Mais de sete décadas após a sua publicação, este volume continua a ser uma fonte incontornável para compreender o desenvolvimento do selo postal português, não apenas como meio de franqueamento, mas também como testemunho da história política, económica, artística e postal do país.

A incorporação desta obra na biblioteca especializada do Museu de Filatelia Sérgio Pedro insere-se na missão da instituição de preservar, estudar e divulgar o património filatélico e postal português, reunindo referências bibliográficas fundamentais para apoiar a investigação e a valorização cultural da filatelia nacional.

Porque preservar a história dos selos é também preservar a história das comunicações, do Estado e da sociedade portuguesa.

Nota: Esta obra foi publicada numa fase precoce da carreira de António Henrique de Oliveira Marques, que viria mais tarde a afirmar-se como um dos mais importantes historiadores portugueses do século XX. O volume constitui, por isso, não apenas uma referência filatélica, mas também um testemunho dos primeiros trabalhos de investigação de uma figura maior da historiografia portuguesa.

quarta-feira, 14 de outubro de 2026

Godofredo Ferreira, Dos Correios-Mores do Reino aos Administradores Gerais dos Correios e Telégrafos (1963) - Acervo Sérgio Pedro

Fotografia da capa do livro "Dos Correios-Mores do Reino aos Administradores Gerais dos Correios e Telégrafos", de Godofredo Ferreira. A página tem um aspeto de papel antigo e amarelado, com o título centrado em letras pretas e maiúsculas. Ao centro, destaca-se o logótipo em relevo dos CTT, representado por um cavaleiro a tocar corneta. No rodapé da página, lê-se a indicação da terceira edição, revista e ampliada, publicada em Lisboa no ano de 1963.

 Uma obra fundamental para compreender a história dos Correios em Portugal

O Museu de Filatelia Sérgio Pedro incorporou recentemente na sua biblioteca especializada um exemplar da obra Dos Correios-Mores do Reino aos Administradores Gerais dos Correios e Telégrafos, da autoria de Godofredo Ferreira, publicada pelos CTT em 1963, na sua 3.ª edição revista e ampliada.

Mais do que um simples estudo biográfico, esta publicação constitui uma das mais importantes referências para o conhecimento da organização postal portuguesa. Através das suas páginas é possível acompanhar a evolução da administração dos correios desde a instituição do cargo de Correio-Mor, criado no século XVI, passando pelo período em que a família Mata deteve hereditariamente o ofício, até à integração dos serviços postais na esfera do Estado e ao desenvolvimento das modernas estruturas de Correios e Telégrafos.

A obra dedica capítulos individuais aos diversos Correios-Mores, subinspetores, diretores-gerais e administradores-gerais, permitindo compreender quem foram os responsáveis pela condução dos serviços postais portugueses em diferentes épocas e quais os contextos políticos e administrativos em que exerceram funções. Constitui, por isso, uma fonte indispensável para investigadores de história postal, filatelistas, marcofilistas e estudiosos da administração pública portuguesa.

Para o Museu de Filatelia Sérgio Pedro, esta aquisição reveste-se de particular importância. O estudo da filatelia não pode limitar-se aos selos e às marcas postais; exige igualmente o conhecimento das instituições, das pessoas e das reformas que moldaram a circulação da correspondência ao longo dos séculos. Neste contexto, o trabalho de Godofredo Ferreira fornece um enquadramento histórico essencial para interpretar documentos postais, cartas pré-filatélicas, marcas de correio e outros testemunhos da comunicação escrita em Portugal.

Ao reforçar continuamente a sua biblioteca de investigação, o Museu de Filatelia Sérgio Pedro prossegue a sua missão de preservar, estudar e divulgar o património postal português, colocando à disposição dos investigadores e do público obras fundamentais para o conhecimento da nossa história postal.

Uma biblioteca especializada é também uma coleção. E cada nova obra adquirida representa mais um passo na preservação da memória dos Correios de Portugal.

sexta-feira, 9 de outubro de 2026

Stanley Gibbons 1940 – O Catálogo do Centenário do Selo

Capa de um livro antigo de capa dura em tecido azul-escuro texturizado. O título está gravado com letras prateadas gastas pelo tempo, disposto verticalmente ao centro: "Stanley Gibbons' Postage Stamp Catalogue 1940 (Centenary Edition) Whole World". A extremidade superior e inferior da capa apresenta um detalhe decorativo de três linhas finas paralelas horizontais, também gravadas em prateado.

Nova Incorporação: Stanley Gibbons 1940 – O Catálogo do Centenário do Selo

É com enorme entusiasmo que o Museu de Filatelia Sérgio Pedro partilha com os seus leitores e visitantes a mais recente aquisição para o seu acervo bibliográfico e documental: o emblemático Stanley Gibbons’ Postage Stamp Catalogue de 1940, na sua histórica "Centenary Edition" (Edição do Centenário) dedicada ao Mundo Inteiro (Whole World).
Mais do que um simples inventário de preços, esta obra é um documento histórico fundamental que testemunha dois momentos cruciais do século XX: a celebração dos primeiros cem anos do selo postal e a resiliência cultural em tempos de guerra.
Um Marco na História Postal (1840–1940)
O ano de 1940 revestiu-se de uma solenidade única para a filatelia mundial. Celebrava-se o centenário da emissão do Penny Black (maio de 1840), o primeiro selo postal adesivo do mundo, nascido no Reino Unido pela mão de Sir Rowland Hill.
Para assinalar a efeméride, a prestigiada casa editora Stanley Gibbons — fundada em 1856 e já então a maior autoridade global no mercado filatélico — preparou esta edição monumental. Ao contrário dos volumes fracionados, a edição Whole World reuniu num único e denso tomo a totalidade das emissões de selos conhecidas no planeta até à data, condensando um século de história das comunicações humanas.
Análise Curatorial: A Matéria e o Tempo
As imagens da capa e da lombada deste exemplar, agora integrado na nossa coleção, revelam a beleza austera das edições britânicas do início da década de 1940:
  • A Capa Frontal: Encadernado em tecido azul-escuro texturado, o volume ostenta a gravação perfeitamente legível dos títulos a folha de prata. A inscrição "Centenary Edition" surge gravada discretamente entre parênteses, coroando a imponente afirmação "Whole World". A sobriedade do grafismo reflete o prestígio institucional da marca.
  • A Lombada e as Marcas do Tempo: A lombada deste exemplar conta a sua própria história. O desgaste natural e a oxidação da prata nas letras — que hoje se apresentam com uma pátina fosca — resultam de décadas de manuseamento e consulta por parte de colecionadores. A ligeira descoloração do tecido azul para tons mais quentes e acastanhados é o testemunho visível da passagem de mais de 85 anos de história.
O Contexto da Segunda Guerra Mundial
Publicado em Londres sob a sombra da Segunda Guerra Mundial, este catálogo sobreviveu num período em que a indústria gráfica britânica sofria severas restrições de papel, racionamento de matérias-primas e a constante ameaça dos bombardeamentos do Blitz. Que um volume com esta densidade e qualidade de acabamento tenha sido produzido e preservado até aos nossos dias é, por si só, um ato de salvaguarda patrimonial.
Este exemplar passa agora a estar disponível para estudo no arquivo do Museu de Filatelia Sérgio Pedro, enriquecendo a nossa missão de preservar e divulgar a cultura postal.

domingo, 22 de março de 2026

Deutsche Maxiphil - Edition Maximumkarten (2.º trimestre 1991)

ÍNDICE – ALEMANHA 1991

(Maximumkarten / Maximum Cards)

 

9 abril

· 750 Anos da Batalha de Liegnitz

· 125 Anos da Associação Lette (Lette-Verein)

· Juventude: Borboletas Ameaçadas

· Colias phicomone (Alpen-Gelbling)

· Limenitis populi (Großer Eisvogel)

· Apatura iris (Großer Schillerfalter)

· Lycaena helle (Blauschillernder Feuerfalter)

· Papilio machaon (Schwalbenschwanz)

· Parnassius phoebus (Alpen-Apollo)

· Colias palaeno (Hochmoorgelbling)

· Lycaena díspar (Großer Feuerfalter)

· 200 Anos da Sing-Akademie de Berlim

· História do Transporte Aéreo Postal

 

02 maio

· Satélite ERS-1 e Telecomunicações (Europa)

· 700 Anos de Direitos de Cidade (6 Cidades)

· 75º Aniversário da Morte de Max Reger

· Início do Serviço de Alta Velocidade (ICE)

 

terça-feira, 17 de março de 2026

Deutsche Maxiphil - Edition Maximumkarten (1.º trimestre 1991)


A incorporação da coleção Deutsche Maxiphil no Museu de Filatelia Sérgio Pedro contribui para ampliar a compreensão das práticas internacionais de maximafilia. Estas edições oficiais da Deutsche Bundespost permitem ao museu apresentar exemplos consistentes de articulação entre imagem, selo e carimbo, fundamentais para o estudo deste ramo da filatelia.

A coleção oferece ainda um recurso útil para contextualizar temas relevantes da história e da cultura alemã, permitindo estabelecer paralelos com outras tradições postais representadas no acervo. Dessa forma, a presença da Deutsche Maxiphil não pretende assumir um caráter de destaque, mas sim enriquecer silenciosamente o conjunto museológico, apoiando a missão do museu de documentar, preservar e divulgar a diversidade filatélica.

8 janeiro

· 100.º Aniv. Erich Buchholz

· 200 Anos Porta de Brandemburgo

· 750 Anos Hannover

· 750 Anos Profissão de Farmacêutico

· Mulheres da História Alemã: – Elisabet Boehm – Käthe Kollwitz

· 25.ª Feira Internacional de Turismo – ITB

· Mundiais de Bobsleigh – Altenberg

· 100.º Aniv. Walter Eucken

17 janeiro

· 100.º Aniv. Walter Eucken

14 fevereiro

· Mulheres da História Alemã:– Sophie Scholl– Bertha von Suttner

· Para o Desporto:
– Peso
– Ciclismo
– Basquetebol
– Luta

· 400.º Nasc. Friedrich Spee von Langenfeld

2 março

· 25.ª Feira Internacional de Turismo – ITB

12 março

· 100.º Falecimento. Ludwig Windthorst

· Natureza e Ambiente

· Rennsteiggarten Oberhof:

· Schweizer Mannsschild

· Wulfens Primel

· Sommerenzian

· Preiselbeere

· Alpenedelweiß

· 400.º Aniv. Jan von Werth