O Museu de Filatelia de Portugal dá palco às coleções dos 'Amigos da Filatelia', um grupo informal dedicado à valorização do selo português. Através de exposições online e estudos aprofundados, transformamos o colecionismo individual num recurso educativo e histórico para todos. Explore a nossa montra e viaje connosco pela história postal de Portugal.
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Museu de Filatelia de Portugal
segunda-feira, 5 de janeiro de 2026
sexta-feira, 27 de dezembro de 2024
quinta-feira, 4 de janeiro de 2024
Monarca Filatelizados (Coleção de Adelino Caravela)
ASSINATURAS DE MONARCAS E OUTRAS PERSONALIDADES DO REINO
Assinatura é uma marca gráfica que imprimimos em documentos. Pode mostrar o nome da pessoa, escrito por extenso, ou ser apenas um sinal diferenciado, criado e mantido pelo subscritor. Tal sinal, ainda que não o possa identificar, representa o nome do signatário.
A colecção em dois quadros, mostra assinaturas de monarcas que reinaram em Portugal, e outras personalidades do reino, que na sua maioria figuram em selos postais e em outras formulas de franquia.
Abrange um período temporal de 1516 a 1870, entre os reinados de D. Manuel I e de D. Luís.
As assinaturas sobre documentos originais, na sua maioria correspondência e ofícios para autoridades, sempre acompanhados, se possível, da imagem do personagem, além de um pequeno texto histórico. Com outro tipo de letra, um texto com a descrição do documento.
Plano:
D. Manuel I (Portugal 2019 - bloco 500 anos do correio; selo de Cabo Verde 1969)
D. João III (selo do Brasil 1932: Portugal 2021)
D. Catarina (Regente) (ofício de 1562)
D. Henrique (documento de 1580)
Filipe III (selo de Espanha 1979)
Duquesa de Mântua (ofício de 1639)
D. João IV (selos de Portugal 1926 e 2004, Angola 1948)
Príncipe D. Teodósio (ofício de 1653)
D. Afonso VI (ofício 1667)
D. Pedro II (ofício de 1695)
D. João V (selo de Portugal 2017 – busto do rei e Palácio Nacional de Mafra)
D. João V (Portugal- inteiro postal 1958)
D. José (selo de Portugal 1969)
Pina Manique (Portugal - inteiro postal 1980)
Conde de Oeiras (selo de Portugal-Açores 1925)
Marquês de Pombal (selos de Portugal 1972, 1982 e 1999)
D. Maria I (selo de Portugal 1997)
D. João VI (selos de Portugal 2008; Brasil 1959 e 2018)
D. Carlota Joaquina (carta de nomeação de 1825)
D. Pedro (IV) - Duque de Bragança (Regente) (selo de Portugal 1984; Brasil 1965 e 1998)
D. Maria II (selos de Portugal 1953, 2019 e bloco 2003)
José da Silva Carvalho (inteiro postal 2003)
Passos Manuel (selo de Portugal 1986)
Sá da Bandeira (postal máximo com selo de Portugal 2000)
D. Luís (selos de Portugal 1862-64, 1880-81, 1884, 1884-87, 1885)
António Feliciano de Castilho (selos, bloco e postal máximo de Portugal 2015)
Eduardo Lessa (selo de Portugal 2003)
Guilhermino Augusto de Barros (selo de Portugal 2017)
terça-feira, 28 de março de 2023
Portugal sob a última bandeira da Monarquia (coleção de Adelino Caravela)
Coleção de Adelino Caravela no qual desenvolve cronologicamente factos relevantes da vida portuguesa no período de 1830 a 1910, durante o qual a bandeira do reino foi sempre a mesma.
sábado, 8 de outubro de 2022
Correspondência com Vinhetas (coleção de Adelino Caravela)
No estudo de uma
peça circulada, são normalmente analisados os elementos filatélicos que a
compõem, não sendo considerados quaisquer outros aplicados por opção do
remetente.
As vinhetas são elementos
não filatélicos adicionais, que raramente aparecem na correspondência e que de
alguma forma lhe dão outro aspecto, pela beleza e colorido que muitas delas
transmitem.
A vinheta pode
ser, com ou sem denteado, idêntica ao selo, embora sem poder de franquia, contudo,
poderá ter formas e objectivos diversos.
Emitidas por entidades
públicas ou privadas, destinam-se a fins de beneficência, angariação de fundos,
propaganda e outros, sendo aplicadas no exterior da correspondência remetida
por estas entidades ou por particulares.
Em Portugal, é
de 1907* a primeira regulamentação referente
a vinhetas, que em 1934* passaram a carecer
de autorização, para serem aplicadas na correspondência a expedir (assinaladas
as que a tiveram), embora muitas tivessem circulado sem essa autorização e com
a condescendência dos Correios.
A coleção
apresentada neste quadro refere-se exclusivamente às vinhetas da Assistência
Nacional aos Tuberculosos.



